quinta-feira, 21 de julho de 2016

Paço Municipal - Coordenadores fiscalizam obra de restauro (21/07/2016)

          A Coordenadora Geral, Arquiteta  Elizabeth Thomsen, e o Coordenador Adjunto, Arquiteto Osni Schroeder, fiscalizaram a obra de restauração no prédio do Paço Municipal durante a manhã de hoje.



FORROS PISOS DO PAVIMENTO SUPERIOR
ENCONTRAM-SE CONCLUÍDOS:


         A equipe de marcenaria da Empresa Granzotto já finalizou a montagem do forro e do piso no pavimento superior. Eles foram executados em madeira de Grápia em substituição aos existentes que encontravam-se totalmente inutilizados pela ação da umidade e de cupins ao longo de 150 anos.

A conformação das peças segue rigorosamente o perfil das originais.


Prontos os pisos em duas salas no 1º Pavimento:



 Os dois lances de escadas também já estão prontos


Os corrimãos estão recebendo tratamento e
logo serão recolocados nos seus locais originais



IMPERMEABILIZAÇÃO DO TERRAÇO

            
           O terraço (que cobre a área da antiga cadeia) já havia recebido trabalho de remoção de matérias agregadas e de recomposição do rejuntamento das peças cerâmicas que compõem seu revestimento. Agora recebeu uma camada de elemento impermeabilizante, como ação adicional para uma estanqueidade total dos três arcos, logo abaixo, que compõem o setor posterior da edificação histórica.




DETALHES CONSTRUTIVOS

           Foram definidos alguns locais que terão a função de marcar intervenções passadas e detalhes originais na edificação:



-   O primeiro é a marca remanescente no forro em arco, de um antigo setor de celas, que teve retirada uma parede divisória (em intervenções passadas) ficando um segmento sem revestimento de forro (imagem abaixo). Este segmento será mantido desta forma visível para registro de que ali houve uma parede que foi retirada e configurava uma divisória entre duas celas da cadeia, onde já estiveram presos muitos cachoeirenses no século passado: 


-   A segunda marca é a grade metálica de uma cela que esteve escondida no interior de duas paredes paralelas, por mais de 120 anos. Decidiu-se que não serão feitos novos arremates no revestimento da alvenaria adjacente, justamente para marcar a história daquela grade e o tempo em que esteve aprisionada, longe dos olhos dos que habitavam o lugar e que foi descoberta por mero acaso:



-   Setores em que pinturas demarcam revestimentos na parte inferior de paredes serão mantidos, justamente para marcar a antiga solução técnica de pintura nestes setores de paredes, com o objetivo de proteção contra sujeira, arranhões, etc: 



-   Em um setor do antigo salão de atendimento no térreo, identificou-se pinturas executadas com esmero artesanal. Não foi possível precisar a época da execução, mas presume-se que seja uma das primeiras camadas de pintura considerando suas características físicas e a localização nas diversas camadas existentes:



-   O patamar interno da porta de acesso ao salão do pavimento inferior (escondido pelo assoalho, em intervenção no passado), com a mudança da porta para o lugar atual, será mantido. Está prevista a construção de um visor de vidro sobreposto ao piso, para melhor visualização dos antigos ladrilhos hidráulicos:


-   Na parede de taipa-de-mão do pavimento superior, será executada uma "janela de visão" do sistema construtivo, mostrando a tábua guia, os ramos de gerivá dispostos horizontalmente e a argamassa de barro, elementos construtivos de uma parede leve, certamente a precursora no século 19 das práticas paredes atuais de gesso acartonado:


        
           Manter estes detalhes construtivos e históricos do prédio reflete o cuidado em registrar a história e as técnicas construtivas utilizadas na edificação do Paço Municipal. Se em alguns setores, em virtude do estado precário, a única alternativa foi a reconstrução (já que se tinha conhecimento de como era o original) em outros, como os relatados acima, será possível manter a informação original sobre a história e a técnica utilizada no passado. 


Detalhes passíveis de restauro




Trabalhadores em ação








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Vista da sacada:
Restauro do Chateau D'Eau, pelo Studio Sarasá

terça-feira, 19 de julho de 2016

Estação Ferreira - Visita de Antônio Sarasá (19/07/2016)

          O responsável pelo restauro do Chateau d'Eau, contratado pela CORSAN, Antonio Sarasá, foi visitar hoje pela manhã o prédio da antiga estação ferroviária da Ferreira. Foi acompanhado pelo Arq Osni Schroeder, Renato Thomsen fotógrafo do Movimento Pela Restauração da Estação Ferreira e pelo nosso parceiro Luciano Santos, da Décadas Antiguidades.



         O restaurador manifestou-se impressionado pela imponência da edificação histórica, considerando estar localizada numa pequena vila e não numa cidade. 
         Impressionou-se também com a técnica construtiva das tesouras de telhado do antigo depósito e seus detalhes de acabamento. Referiu que os tijolos utilizados nas alvenarias são peças no padrão inglês.


         Identificou revestimentos de paredes com cal e areia e camadas de tinta, destacando que a edificação foi pintada em tons de vermelho numa certa época.

         Sarasá lamentou a degradação acentuada do prédio, mas manifestou o seu apoio às ações comunitárias pelo restauro da edificação. Ainda comentou o furto havido há poucos dias das lajes de piso da plataforma de embarque. Considerou essencial que a comunidade, onde qualquer bem está inserido, tenha afeto pelo mesmo porque quando isto acontece ela não o depreda e sim o protege.


PONTE DO IMPÉRIO

         Aproveitando a ida à Ferreira, Toninho Sarasá visitou também a ponte que possibilitava a passagem de trens sobre o arroio Ferreira. A ponte secular, do tempo do Império, é construída toda em pedra basáltica, em arco único de aproximadamente 25 metros de vão, com uma pedra de cunha centralizada, onde está talhado em alto relevo o brasão do Império do Brasil. Considerou a ponte ferroviária do império um tesouro raro, que deve ser protegido e valorizado pela comunidade.

       Diante da beleza histórica da ponte, o restaurador filosofou dizendo que: 


     "Pontes vivas estendem a vida, transportam iniciativas, ultrapassam dificuldades. Quando desativadas, permitem que a comunidade estenda sua vida, transporte suas iniciativas e ultrapasse suas dificuldades achando uma maneira de valorizá-la tanto quanto na sua vida ativa. Não fazer isto, é como o sujeito que tendo de transpor um rio, desiste e fica sentado na margem olhando o tempo se perder no horizonte."


ESTAÇÃO FERREIRA SOFRE FURTOS! (18/07/2016)

        Ainda que a comunidade da Ferreira esteja engajada na restauração da antiga estação e que também estejam sendo implementadas ações para isto, mesmo assim continuam os furtos de diversas peças históricas da estação (além das portas, janelas, corrimão da escada, telhas e pisos de madeira - nos últimos 5 anos).



      O piso original, de laje, da antiga plataforma de embarque e desembarque foi retirado parcialmente na semana que passou. As pedras retiradas são de laje de grês, com espessura média de 10 cm e tamanho de 60cm x1.20m, portanto em dimensões diferentes das que são comercializadas atualmente.

         A Prefeitura Municipal de Cachoeira do Sul, proprietária do prédio tombado, registrou ocorrência na Delegacia de Polícia, solicitando providências para identificação dos responsáveis pelo crime contra o patrimônio histórico.


sexta-feira, 15 de julho de 2016

Paço Municipal - Temos forro! (14/07/2016)


          O dia de hoje foi muito especial para os voluntários pela restauração do Paço Municipal. O salão principal do pavimento superior, local mais nobre da edificação, já tem FORRO:




         Em 2013, quando iniciaram os trabalhos de escoramento emergencial e restauro do telhado do pavimento superior com o inestimável apoio do 3º BECmb, o forro original já estava totalmente degradado e encoberto (na década de 70) por um forro adicional de material leve tipo Eucatex, adicionado em um nível inferior (como registrado nas duas imagens, logo abaixo):





        Agora o forro original do salão foi totalmente recomposto com madeira nobre, como demonstram as fotos. É visível, também, a alegria dos voluntários e parceiros da obra de restauro pela qualidade do trabalho efetuado ao resgatar a arquitetura histórica deste espaço: 




MATERIAIS EM LEILÃO PÚBLICO

        Algumas peças em madeira, que seriam descartadas por não se adequarem mais ao restauro, foram objeto de venda pública na última sexta feira, evento divulgado publicamente no jornal, rádios e também junto aos profissionais artesãos de Cachoeira do Sul.

       No período de venda pública aberta vários interessados vistoriaram os produtos a serem vendidos, mas não houve nenhuma proposta formal, o que determinou a autorização de descarte dos referidos materiais. 

      Surpreendentemente, após fechado o período de venda pública, surgiram interessados diversos em partes do lote. A negociação foi centralizada em servidoras do município que apoiam ações da AMICUS, o que resultou em recursos financeiros para a entidade pela venda de praticamente todo o material deteriorado colocado à disposição.




MARCENEIROS EM AÇÃO


       Hoje, alguns trabalhadores estavam de folga, voltando para seus lares em Erechim/RS, ficando na obra de restauro apenas a equipe de marceneiros, às voltas com a confecção de forros, roda-forros e detalhes artesanais em madeira:
     


      O regime de trabalho dos profissionais é intenso e algumas obras são adiantadas, inclusive durante à noite e finais de semana, para que eventuais folgas de sábado e domingo sejam antecipadas para quinta e sexta-feira.



COMPAHC


       O Conselho Municipal de Patrimônio Histórico-Cultural de Cachoeira do Sul, pela sua diretoria e assessoria, esteve presente conferindo o andamento das obras de restauro da edificação e as ótimas novidades implementadas pela equipe de profissionais da Empresa Construções Granzotto.



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MENSAGEM DO AUTOR DO PROJETO

O arquiteto Julio Cesar de Campos Ramos,
de Venâncio Aires/RS, envia a mensagem abaixo:


         "Sabem porque arquitetura tem uma dimensão quase transcendental? Ela te permite mexer com a emoção. E estou num misto de êxtase e inveja por ver que os resultados pretendidos no Paço Municipal estão além de qualquer expectativa. É a emoção das fotos e textos, aliada à mais pura inveja por não estar convivendo com tamanha doação deste grupo maluco de arquitetos. Que exemplo, para todas as cidades do país, mostrando que este trabalho coletivo, levado muito a sério, está gerando frutos que acalentam a alma através da cultura e sedimentam uma ponte com a comunidade acadêmica. Digam aos incautos que aqui neste Estado existe sim seriedade profissional e comprometimento com a verdadeira arquitetura e patrimônio cultural. Parabéns por tudo e pela incontestável transparência do empreendimento. Vocês estão reescrevendo a história de Cachoeira do Sul."

 Abraço

Julio Ramos, arquiteto.   



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             Prezado arq. Ramos:

             Obrigado pelo feedback e incentivo.
             Você também é parte integrante desta conquista, que continua evoluindo, com a sua inestimável contribuição.

             O restauro da edificação sesquicentenária do Paço Municipal de Cachoeira do Sul está tornando-se uma realidade visível a cada dia, graças aos voluntários da comunidade cachoeirense, ao Batalhão de Engenharia Conrado Bittencourt, às empresas parceiras do Executivo Municipal, ao COMPAHC, à AMICUS, ao Rotary Club, aos profissionais restauradores da empresa Granzotto, assim como dos diversos colaboradores anônimos que nos apoiam por entenderem o conceito de cidadania que abraçamos.

             Desde 2012 trabalhamos muito para chegarmos até aqui. Foram muitas conquistas e poucos dissabores. Recebemos vários agradecimentos e algumas críticas. O trabalho de profissionais voluntários, focado no resgate urgente de bens históricos condenados à ruína, quebrou paradigmas teóricos e contrariou interesses baseados em "leis de incentivo à renúncia fiscal".

            A Ponte de Pedra, o prédio do Paço Municipal e a Estação Ferroviária da Ferreira, são exemplos de união comunitária e comprovam a boa vontade de pessoas que realmente se importam com o seu patrimônio histórico.


           Obrigado!


         




quarta-feira, 6 de julho de 2016

Estação Ferreira - Reunião na AMICUS (06/07/2016)

           Às 17hs e 30min de hoje, voluntários do Movimento pela Restauração da Estação Ferreira reuniram-se na Casa de Cultura - Sala AMICUS para deliberar sobre os próximos andamentos para recuperar a edificação histórica:

Foto: Claiton Nazar


        O Coordenador Geral, arquiteto Osni Schroeder, informou as tratativas com doações de madeira para utilização nas obras de restauro da antiga estação. 

       Há a doação, já acertada de uma parte de mata de eucaliptos, para uso em moirões, tramas, moirões mestres, andaimes e estroncas de sustentação, mata esta que deverá ser retirada através de negociação com uma serraria particular, nas proximidades da Estação Ferreira.

      Os arames, para cercamento da área, já foram doados por um parceiro do movimento que solicitou permanecer anônimo.



LAUDO DAS CONDIÇÕES FÍSICAS

       O Laudo Informativo das condições físicas da edificação já está elaborado, sendo submetido neste momento a uma revisão geral para que seja um documento fidedigno da real situação de abandono e vandalismo ao qual a antiga Estação Ferreira foi submetida por vários anos seguidos. 

      Este Laudo Informativo é o documento base para ações futuras de responsabilizações pelos danos irreversíveis causados àquele patrimônio histórico público no passado, tendo sido elaborado pelo arquiteto Osni Schroeder, Coordenador Geral do grupo de voluntários.



OUTROS ASSUNTOS

      Como os voluntários pela Estação Ferroviária da Ferreira assim como os do Paço Municipal são praticamente os mesmos, nas reuniões sobre um bem a ser recuperado surgem também assuntos de outra área em intervenção. 

      Na reunião de hoje, a professora Mirian Ritzel apresentou cópia de pesquisa em documentos históricos do município de Cachoeira do Sul, relativos à construção, arquitetura e detalhes dos tempos passados pelo Paço Municipal.
     
      A documentação apresentada é fantástica e a ela será agregada um relato descrevendo as ações proativas e logísticas do Movimento Pela Restauração do Paço Municipal que será elaborado pela arquiteta Elizabeth Thomsen, Coordenadora Geral deste outro movimento.


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Paço Municipal - Arq. Rosely vistoria a obra (06/07/2016)

             A arquiteta Rosely Hachmann, especialista em restauro da Empresa Construções Granzotto, reuniu-se hoje à tarde com os arquitetos do Movimento pela Restauração do Paço Municipal, a arquiteta da Prefeitura e o Prefeito de Cachoeira do Sul, para vistoriar o andamento dos trabalhos na edificação:





Piso do primeiro pavimento
já está em execução

ASSOALHO NA FUTURA SALA DO COMPAHC
       
        O assoalho da futura sala do Compahc já está sendo executado. A sala, na esquina entre a Praça Balthazar de Bem e a rua Gabriel Leon, teve o piso cerâmico e laje de concreto do forro (intervenções dos anos 70) removidos para restabelecimento da originalidade do piso assoalhado, pé-direito e forro em madeira.

        A unanimidade de vontades dos voluntários é denominar o local como Sala Danilo Alves Cunha, saudoso parceiro nas lutas pela restauração de nossos bens culturais.


Madeiras para os pisos e forros

        As peças de madeira para pisos, forros, rodapés e roda-forros já estão em depósito na prefeitura, recebendo os últimos tratamentos e preparativos para montagem, conforme projeto de restauro.



O cofre antigo já está
em seu novo lugar




         O antigo cofre da Secretaria Municipal da Fazenda, antes mal localizado em um vão de porta, foi removido e instalado em outro ponto do salão principal no térreo. 

       A movimentação foi realizada gratuitamente pela empresa cachoeirense THOR MANUTENÇÃO E MONTAGEM INDUSTRIAL LTDA   thor@thorestrutural.com.br.


Acesso ao corredor, onde estava o cofre, recebe acabamento:

         O vão, onde o cofre se localizava anteriormente, estava sendo arrematado hoje e será uma das ligações do corredor de acesso ao salão principal do pavimento térreo, à direita de quem entra na edificação.


O segundo lance das escadas
e o patamar já estão prontos
       
            A foto (acima) registra a escada recuperada, a restauradora arq. Rosely e os arquitetos voluntários do Movimento Pela Restauração do Paço Municipal. Esta foto é sintomática e significa que vários degraus já foram vencidos, com muita luta, para restaurar a edificação histórica.



Andaimes para colocar os
forros estão montados

        O salão principal do segundo pavimento se revela como um lugar espetacular. A integração com o conjunto histórico da Praça Balthazar de Bem é total. Também espetacular estão os pisos, paredes, esquadrias assim como a joia do setor: a parede de taipa-de-mão com seu painel de madeira e suas duas portas laterais.

        As fotos (acima e abaixo) registram a montagem de andaimes metálicos para execução, em seguida, do forro de madeira tipo saia e camisa
  


         O Prefeito Municipal, Neiron Viegas, tem comparecido diariamente na obra de restauração para se inteirar dos significativos avanços e comprovar a qualidade dos trabalhos executados.






MADEIRAS UTILIZADAS


        
        O visível sucesso no restauro da edificação histórica do Paço Municipal é incontestável, considerando o avançado estado de degradação em que se encontrava e o resultado obtido com muito trabalho até este momento.


        Obras de restauro, em todos os lugares, sempre apresentam uma dualidade infalível. 

       Há os que fazem e há os que criticam conforme interesses! Não há, nunca, registro de unanimidade! 

      Infelizmente, sempre há uma ou outra opinião simplista e contrária aos critérios técnicos adotados após estudos de viabilidade e execuções profissionais realizadas.

      Houve, inclusive, quem mal-informado (ou mal-intencionado) gestou críticas como, por exemplo, a qualidade das madeiras utilizadas no restauro - atribuindo que: "...até madeiras de Pinus elliottii teriam sido usadas na obra..."




Somente madeiras de qualidade!



         Como este blog é um meio de comunicação aberto, que prima pela transparência e idoneidade, informa-se o seguinte:



  1. As únicas madeiras de Pinus elliottii que entraram na obra, foram pranchões utilizados como proteção para assoalhos pré-existentes, considerando a montagem de andaimes metálicos assim como outras peças e máquinas, possíveis causadores de abrasões e afundamentos nos pisos de madeira. 
     Estes mesmos pranchões também serviram de fechamento provisório nos vãos de portas e janelas, quando estas foram retiradas para recuperação e/ou restauro.


  2. As demais madeiras utilizadas no restauro, são as seguintes:

Esquadrias _____________ Louro

Pisos__________________ Grápia - espessura de 4 cm com encaixes
    conforme piso original

Forros_________________ Grápia - espessura de 3 cm - com frisos
    estilo saia e camisa

Rodapés e forros_________Grápia - espessura 3 cm  - com frisos             conforme peças originais


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